Uma homenagem especial ao grande Candeia, apresentando algumas de suas canções interpretadas por ele e outros grandes nomes da MPB, como Marisa Monte e Martinho da Vila.
Antônio Candeia Filho. mais conhecido como Candeia (Rio de
Janeiro, 17 de agosto de 1935 — Rio de Janeiro, 16 de novembro de 1978), foi um
importante sambista, cantor e compositor brasileiro.
Severino Dias de Oliveira, mais conhecido como Sivuca, (Itabaiana,
26 de maio de 1930 — João Pessoa, 14 de dezembro de 2006) foi um dos maiores
artistas do Nordeste do Brasil do século XX, responsável por revelar a
amplitude e a diversidade da sanfona nordestina no cenário mundial da música.
Exímio executante da sanfona, multi-instrumentista, maestro, arranjador,
compositor, orquestrador e cantor.
Sivuca contribuiu
significativamente para o enriquecimento da música brasileira, ao revelar a
universalidade da música nordestina e a nordestinidade da música universal. É
reconhecido mundialmente por seu trabalho. Suas composições e trabalhos
incluem, dentre outros ritmos, choros, frevos, forrós, baião, música clássica,
blues, jazz, entre muitos outros.
Ganhou a sanfona de presente do
pai em 13 de junho de 1939, num dia de Santo Antônio, aos nove anos. A partir
daí, a inseparável companheira o levaria para mundos desconhecidos. Aos quinze
anos, ingressou na Rádio Clube de Pernambuco, no Recife. Em 1948, fez parte do
cast da Rádio Jornal do Commercio.
Em 1951, gravou o primeiro disco
em 78 rotações, pela Continental, com "Carioquinha do Flamengo"
(Waldir Azevedo, Bonfiglio de Oliveira) e "Tico-Tico no Fubá"
(Zequinha de Abreu). Nesse mesmo ano, lançou o primeiro sucesso nacional, em
parceira com Humberto Teixeira, , "Adeus, Maria Fulô" (que foi
regravado numa versão psicodélica pelos Mutantes, nos anos 60).
A partir de 1955, foi morar no
Rio de Janeiro. Após apresentações na Europa como acordeonista de um grupo
chamado Os Brasileiros, chegou a morar em Lisboa e Paris, a partir de 1959. Foi
considerado o melhor instrumentista de 1962 pela imprensa parisiense. Gravou o
disco "Samba Nouvelle Vague" (Barclay), com vários sucessos de
bossa-nova.
Morou em Nova Iorque de 1964 a 1976, onde, entre
outros trabalhos, foi autor do arranjo do grande sucesso "Pata Pata",
de Miriam Makeba, com quem então excursionou pelo mundo até o fim da década de
60. Compôs trilhas para os filmes Os Trapalhões na Serra Pelada (1982) e Os
Vagabundos Trapalhões (1982).
Um dos discos mais emblemáticos
da carreira do artista é o "Sivuca Sinfônico" (Biscoito Fino, 2006),
em que ele toca ao lado da Orquestra Sinfônica do Recife sete arranjos
orquestrais de sua autoria, um registro inédito, único e completo de sua obra
erudita. As composições sinfônicas de Sivuca são absolutamente singulares na
música erudita brasileira, porque o artista inseriu a sanfona como o
instrumento principal de sua obra.
Em 2006 o músico lançou o DVD
“Sivuca – O Poeta do Som”, que contou com a participação de 160 músicos
convidados. Foram gravadas 13 faixas, além de duas reproduzidas em parceria com
a Orquestra Sinfônica da Paraíba.
"Samba rock, Partido alto,
Soul e Gafieira são os principais ingredientes da sonoridade do grupo. O grupo
é formado por Ully Costa (voz), Dado Tristão (teclado), Carlinhos Creck
(contra-baixo), Sandro Lima (guitarra), Paulinho Sorriso (bateria), Tito Amorim
(percussão), João Lenhari (trompete), Jorginho Neto (trombone) e Marcelo Valezi
(saxofone). "
O que:- Sandália de Prata
Quando:- Dia 25 de Maio (sexta)
Horário:- às 23h59
Onde:- Grazie a Dio (130 lugares)
End:- Rua Girassol, 67
(Pinheiros)
Tel: (11) 3031-6568
Preço na Bilheteria: R$ 20,00
(mulher) R$ 25,00 (homem)
O show “Forró Chorado” traz ao
palco o melhor de dois universos da música genuína brasileira: o forró e o
choro. Com uma formação do tradicional “pé de serra”, Oswaldinho resgata suas
raízes e puxa o fole de sua sanfona acompanhado pela típica percussão
nordestina composta por zabumba, triângulo e pandeiro, pontuados pela guitarra
semi-acústica, contrabaixo, flauta e a belíssima voz da cantora Bia Goes. No
repertório, Oswaldinho passeia pelo universo do forró, do baião e do choro,
incluindo, além de composições inéditas e próprias, grandes clássicos da música
tradicional nordestina.
O que:- Oswaldinho do Acordeon
Quando:´- Estréia dia 25 de Maio
(sexta) Até 26 de Maio
Arismar do Espírito Santo (violão de 7 cordas e piano) e Léa Freire
(flautas e piano) apresentarão o repertório do CD recém lançado e standarts
caseiros. Na ocasião serão captadas imagens que farão parte do documentário
’Alegria nos Dedos’. O termo, segundo Arismar, "é um termo que ouvia, em
Santos, na minha infância. Significa que o músico toca com felicidade,
sentimento, e consegue o mais importante quando se faz música: tocar as
pessoas. Sonhar é preciso!”
Um dos músicos mais requisitados
para elaboração de arranjos na área da música popular e também erudita, o
saxofonista, clarinetista e arranjador figura na ficha técnica de centenas de
álbuns dos mais consagrados artistas da música popular brasileira.
Este show do cantor e violinista
Jorge Mautner relembra algumas músicas do filme Jardim de Guerra, o qual Jorge
escreveu o argumento e que são resgatadas neste espetáculo.
"Vampiro", "Olhar Bestial", "Sapo Cururu",
"Eu Não peço Desculpa" , "Homem Bomba" e "Manjar de
Reis" estarão no repertório.
O grupo é formado pelo pianista
Benjamim Taubkin, pelos músicos Ari Colares, Neusa de Souza, Verlúcia Nogueira,
Mazé Cintra e Sapopemba nas vozes e percussão e ainda por João Taubkin no
contrabaixo. Nesta apresentação, grupo se focaliza em reisados, cocos e
baianás, dando seqüência ao diálogo entre a música urbana acústica e as
infinitas tradições brasileiras, transitando num universo híbrido com grande
potencial e de certa forma ainda insuficientemente explorado.
A parceria entre Benjamim Taubkin
e o Núcleo de Música do Abaçaí surgiu a partir de uma proposta que Benjamim
fez para o grupo, quando convidado para uma apresentação em um projeto da Palas
Athena. “Seria apenas uma, mas os encontros no Parque da Água Branca, onde o
grupo tem sua sede, tocando embaixo das árvores as descobertas e aprendizados
constantes, foram gerando um projeto, que veio se concretizar neste CD”, afirma
Benjamim sobre Cantos do nosso Chão.
O álbum, lançado em 2006, pela
Gravadora Núcleo Contemporâneo no Brasil e em 2007 pelo selo Connecting
Cultures na Europa apresenta composições, adaptações e arranjos a partir de
canções tradicionais de várias regiões do Brasil. Parte do repertório fora
produzido para a trilha sonora da exposição fotográfica “Um Olhar Reescrevendo
o Brasil”, e também apresentado dentro do projeto especial “A Arte do Centro –
Um Olhar Sobre a Cidade, a Música e Seus Habitantes”, do Centro Cultural Banco
do Brasil, realizado na Praça do Patriarca, centro de São Paulo. Assim, desde
2002 eles vêm realizando diversos concertos na cidade de São Paulo. Com o
álbum, a parceria foi além: em 2006, eles se apresentaram no Teatro Auditori em
Barcelona e em outras cidades da Espanha com imenso sucesso.
Entre as composições estão dois
temas das “Caixeiras do Divino”, do Maranhão – mulheres devotas do Divino
Espírito Santo, que cantam e tocam a percussão . Há ainda temas de
“Moçambique”, de Minas Gerais – devotos, principalmente, de São Benedito e
Nossa Senhora do Rosário, uma das principais expressões do Congado Mineiro; a
seqüência de Ciranda Pernambucana e uma seqüência de Sambas-de-Roda do
recôncavo baiano.
Os elementos da cultura
tradicional brasileira vêm sendo pesquisados e trabalhados pelo Abaçaí Cultura
e Arte, sob a coordenação de Toninho Macedo há 27 anos. O grupo investiga
diversos tipos de manifestações da cultura tradicional brasileira, envolvendo criações
no teatro e na dança; manutenção da tradição do baião folclórico da cidade; a
conscientização ecológica; além de trabalhos de mímica e acrobacias. “Uma parte
dessa experiência afetiva, incrível, está refletida nesse CD. Por todas as suas
faixas passa um clima de delicadeza diante daqueles encontros seguidos, meses a
fio, durante os quais era vertido para a música tradicional um outro olhar”,
declara Macedo.
Samba da Laje: Existe há 15 anos
na Vila Santa Catarina. Onde a família "Silva" faz um trabalho em
prol da Comunidade em que estão inseridos. Através de arrecadações de
mantimentos. E na época do dia das crianças e natal (doces e brinquedos).
Inverno (agasalhos). Temos a Dona Nerosa como a responsável. Lá vende-se uma
deliciosa feijoada (prato feito).
Compareçam e participem desta
Festa domingo.
O que:- Samba da Laje
E as @migas do samba, estarão
participando neste domingo.
Quando:- Domingo dia 27/05
Horário:- às 14h
End:- Rua Jandi, travessa da Av.
Jorge Duprat de Figueiredo travessa da Av. Santa Catarina + ou - na altura do1022.
Entrada: Franca
E quem puder levar 1 Kg de alimento não perecível
(exceto sal e açucar).
Para quem for de onibus: Descer
no metrô JABAQUARA. No metrô Jabaquara
se informarem onde podem pegar os
seguintes onibus:
695X-10 TERMINAL VARGINHA ou
675G PQ RESIDENCIAL COCAIA ou
675R GRAJAÚ ou
695K-10 JARDIM ANGELA ou
675V - 10 TERM. CAPRELINHA.
Todos estes passam na Av. Santa
Catarina. E desembarcar na AV. SANTA
CATARINA,1022. Caminharem até a
Av. Jorge Duprat de Figueiredo.
Kiko Dinucci é um músico
inconformado, herdeiro direto de um Itamar Assumpção ou um Jards Macalé, esses
grandes artistas da música brasileira que atrelam sua pesquisa artística ao seu
temperamento avesso a tendências, instigador. Sua trajetória artística é das
mais peculiares da moderna música brasileira e ainda precisa ser melhor
entendida, afim de compreender-se a própria extensão e potência de seu projeto
artístico.
Seu trabalho dialoga diretamente
e de forma paralela e misturada com a musicalidade paulista e paulistana,
inserida em uma tradição que abrange músicos como Adoniran Barbosa, Paulo
Vanzolini, Geraldo Filme, Raul Torres de um lado, e compositores contemporâneos
como Itamar Assumpção, Luiz Tatit, Wandi Doratioto.
De outro lado, resgata certas
tradições da musicalidade africana um tanto esquecidas atualmente, como a de
tradição religiosa. Esse cruzamento entre o que há de mais legitimamente
paulistano e a música da diáspora africana é expressa sobretudo em seu grupo
conhecido com Bando Afromacarrônico. Kiko Dinucci se expressa de forma plural,
trafega por vários estilos, tudo amarrado dentro de uma linguagem nitidamente
voltada para o samba. E de certa forma, é na música que dá força e ordem a toda
suas preocupações estéticas, seja ao lado da cantora Juçara Marçal (A Barca),
com a qual lançou o álbum “Padê”, com o Duo Moviola, com o Bando
Afromacarrônico, ou com seu trio Metá Metá com Thiago França e Juçara Marçal.
O que:- KIKO DINUCCI / JUÇARA
MARÇAL / THIAGO FRANÇA
Onde:- Teatro Adamastor Centro
End:- Av Monteiro Lobato – Macedo
- Guarulhos
Quando:- dia 30/05/2012
Horário:- às 20h
Entrada franca (retire um
ingresso 1 hora antes do início do espetáculo)
A Caravana do Cordel é dedicada a
valorização do cordel com lançamentos de livros, feira de literatura de cordel,
compra e venda, exposição de capas e folhetos de cordel, recital de poesia
tradicional nordestina, exposição de xilogravura, música e cantoria. Em cada
edição um cordelista é homenageado.
É exatamente isso que acontece
com os diversos músicos, cordelistas, poetas, familiares, amigos, convidados
que se reuniem para recitar poesia, tocar e cantar, discutir, trocar figurinhas,
vender produtos (cds, cordeis etc), dar autógrafos, enfim, é o momento happy
hour da galera!
A Caravana busca reforçar o valor
itinerante da poesia popular em suas múltiplas manifestações. Viajam na
caravana cordelistas, repentistas, xilógrafos, músicos, pesquisadores e
entusiastas da poesia popular.
Já existem vários cordéis
contando histórias bíblicas. Dessa vez foi o poeta Carlos Alberto, de Campina
Grande, professor de teologia, radicado em São Bernardo do Campo
– SP que lançou seu primeiro cordel contando a história de Filipe, um
personagem bíblico quase desconhecido, mas de muita importância no serviço aos
mais pobres. Carlos Alberto é poeta profícuo, já escreveu mais de 30 obras em
cordel, muitas contando histórias das Sagradas Escrituras. Desse modo prova que
realmente é um mundo de cordel para todo mundo. Isso mostra o quanto a Caravana
de Cordel está fazendo a diferença, mostrando o trabalho de vários artistas
amantes do cordel.
Salve, salve gente bamba! Vamos prestigiar os Compositores!
Nesta terça-feira (22/05/12) os
integrantes do TERREIRO DE COMPOSITORES Ricardinho Olaria e Bruno Leite estarão
mostrando seus sambas no Bar Pau Brasil.
O que:- Terças : Noites do canta Brasil e noites dos
Compositores
Quem:- Ricardinho Olaria e Bruno Leite
Quando:- 22/05/2012
Horário:- das 22h às 2h
Onde:- Bar Pau Brasil
End:- Rua Inácio Pereira da Rocha, 54 - Vila Madalena
Show de lançamento de seu CD e
Livro com o registro de sua obra, seu mais novo trabalho intitulado “Sanfonias
do Abianto”, patrocioniado pelo Funcultura.
Nascido em Cedro-CE, Cezar do
Acordeon, veio para São Paulo em 1971, com a finalidade de divulgar a cultura
nordestina através da música e poesia. Em 1977 participou do Festival de
Chorinho realizado pela TV Bandeirantes.
Cinco anos depois, integrou o
conjunto de Jair Rodrigues no Programa Coisas Nossas da TV Record. Seu primeiro
LP foi lançado em 1982 com o título “Caruaru em Festa”. No ano de 1983 seu
trabalho começou a ganhar destaque no cenário da MPB quando iniciou ao lado de
Carmélia Alves, a Rainha do Baião, do Projeto Pixinguinha, percorrendo todas a
capitais do Brasil. No seguinte, realizou uma turnê por 6 cidades do Paraguai
com o Grupo Terra Firme.
Mas foi em 1986 ao lado de Luiz
Gonzaga e Dominguinhos participando do Forró eletrônico “Carna Forró” em
Salvador-BA, que o nome de Cezar do Acordeon apareceu como um dos grandes do
acordeon no Brasil. Durante doze anos de carreira realizou temporadas pelo
Nordeste nos meses de junho e julho, mostrando seu variado repertório de
Baiões, Xotes e Arrastapés. Em mais de 30 anos de carreira gravou 8 discos de
vinil e mais 10 CD’s. Realizou shows por todo o país e participou de diversas
produções ao lado de grandes estrelas da MPB como Elba Ramalho, Gonzagão,
Dominguinhos, Almir Sater, Roberta Miranda entre muitos outros. Em 1996 Cezar
do Acordeon, participou do Projeto Asa Branca, encabeçado pelo grande
Dominguinhos.
Participou do projeto “Forró for
All”, da República da Dança ao lado de grandes acordionistas, dentre eles,
Dominguinhos. Este projeto estreiou no Teatro Municipal de São Paulo e viajou
para várias capitais do Brasil. Apresentou seu trabalho em países da África, em
Portugal, Cuba e Buenos Aires. Participou de Shows com o Grupo Reboliço Participou
do projeto Serenata com o grupo Trovadores Urbanos viajando pelo Brasil e
exterior. Realizou diversos arranjos e produziu cantores como Carmélia Alves,
Inezita Barroso, Claudio Fontana e Trio Sabiá. Entre seus trabalhos mais
recentes estão “Respeita Gonzagão”, uma homenagem a Luis Gonzaga, e “Acordeon,
Brasil” que reuniu as grandes criações musicais de Cezar do Acordeon.
“EmComOutro” foi seu último trabalho realizado em parceria com Roberto Diamanso
e financiado com recursos do FunCultura de Guarulhos.
Em todos os seus trabalhos
recentes temos um verdadeiro passeio por quase todos os gêneros instrumentais
brasileiros. Cezar do Acordeon mostra choros, frevos, forrós, guarânias,
sambas, e outros ritmos tradicionais brasileiros, além do jazz e da valsa, através
de uma linguagem musical apurada, revelando todo o seu talento e sua técnica
como um dos maiores acordeonistas do país.
O que:- Cezar do Acordeon
Quando:- 25/05/2012
Horário:- 20h30
Onde:- Teatro Adamastor Centro
End:- Av Monteiro Lobato, 734 – Macedo – Guarulhos
O Samba
do Sino agora se reúne todas Sextas Feiras, o encontro acontece no Bar III Milênio
em Guarulhos com a presença de Marta Fróes. Venha curtir um Samba de primeira.
João Machado Guedes, conhecido
como João da Baiana, ( Rio de Janeiro,
17 de maio de 1887 — Rio de Janeiro, 12 de janeiro de 1974), foi um Compositor
popular, cantor, passista e instrumentista brasileiro.
Filho de Félix José Guedes e
Perciliana Maria Constança, Era o mais novo e único carioca de uma família
baiana de 12 irmãos. O nome João da Baiana veio do fato de sua mãe ser
conhecida como Baiana".
Cresceu na Rua Senador Pompeu, no
bairro da Cidade Nova, no Rio de Janeiro, sendo amigo de infância de Donga e
Heitor dos Prazeres.
Quando criança freqüentou as
rodas de samba e macumba que aconteciam clandestinamente nos terreiros
cariocas. Participou de blocos carnavalescos e é tido como o introdutor do
pandeiro no samba. Teve por muito tempo um emprego fixo não relacionado a música,
tendo inclusive recusado, em 1922, viajar com Pixinguinha e os Oito Batutas
para não perder o posto de fiscal da Marinha. A partir de 1923 passou a compor
e a gravar em programas de rádio e em 1928 foi contratado como ritmista.
Além do pandeiros, sua especialidade
era o prato e faca, populares nas gravações da época.
Algumas de suas composições da
época foram "Pelo Amor da Mulata", "Mulher Cruel",
"Pedindo Vingança" e "O Futuro É uma Caveira".
Integrou alguns dos pioneiros
grupos profissionais de samba, entre eles o Conjunto dos Moles, Grupo do Louro,
Grupo da Guarda Velha e Diabos do Céu.
Participou da famosa gravação
organizada por Heitor Villa-Lobos a bordo do navio "Uruguai" em 1940,
para o disco "Native Brazilian Music", do maestro Leopold Stokowski,
com sua música "Ke-ke-re-ké".
Na década de 1950 voltou a se
apresentar nos shows do Grupo da Velha Guarda organizados por Almirante, e
continuou compondo até a década de 1970.
Em 1968 gravou com Pixinguinha e
Clementina de Jesus o histórico LP "Gente da Antiga", produzido por
Hermínio Bello de Carvalho, onde lançou, entre outras, as ancestrais
"Cabide de Molambo" e "Batuque na Cozinha", depois
regravada por Martinho da Vila. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O trio formado pelo compositor e
violonista Kiko Dinucci, a cantora Juçara Marçal e o compositor e saxofonista
Thiago França, interpreta canções de seu álbum, homônimo à banda. O grupo
investe em arranjos econômicos que ressaltam elementos melódicos e de
influência africana no mundo. Canções como “Obá Iná”, de Douglas Germano e
“Vias de Fato”, parceria de Germano com Edu Batata e Kiko Dinucci, fazem parte
do repertório da apresentação. O show faz parte do Festival Esporte Clube Lira
Contemporânea.
Influenciado por grupos como
Secos e Molhados e Mutantes, o jovem conjunto paulistano mostra canções de seu
primeiro disco, lançado recentemente. A sonoridade da banda mistura bandolim,
piano, guitarra, cavaquinho, flauta transversal e pandeiro.
Cantora e compositora, integra a
Comunidade Samba da Vela e o reduto do Berço de Samba de São Mateus. Em 2009
lançou seu primeiro CD intitulado "Eu Sou Brasil", produzido pelos
integrantes do Quinteto em Branco e Preto, com repertório composto por partido
alto, sambas rasgados, dolentes e de terreiro, forró, coco e afoxé, além da
participação especial de Jair Rodrigues. http://www.myspace.com/gracabraga
Thomas Howard e Marquinho
Ribeiro, apesentam os grandes clássicos do chorinho, entre eles, Carinhoso,
Naquele tempo, 1X0, Noites cariocas e Brasileirinho.
O que:- Duo Parangolé
Quando:- Dia 19 de Maio (sábado)
Sábado
Horário:- às 16h.
Onde:- SESC São Caetano
End:- Rua Piauí, 554 (Centro -
São Caetano do Sul)
A "Embaixatriz do Samba
Paulista", Dona Duda Ribeiro, encanta o público em suas apresentações no
Brahminha. No repertório, clássicos do samba embalam os clientes numa deliciosa
e divertida apresentação. http://donadudaribeiro.blogspot.com.br/
Vander Lee faz pocket show para o
lançamento do CD ‘Sambarroco’. O álbum é o sétimo trabalho do cantor e traz dez
faixas e oito músicas inéditas, sendo ‘Estrela’, já gravada por Maria Bethânia.
Dessa vez, Vander Lee se rende ao samba, mas não foge de sua identidade
mineira. http://www.vanderlee.com.br/novo/index.html
O que:- Vander Lee
Quando:- Dia 18 de Maio (sexta)
Horário:- às 20h
Onde:- Livraria Cultura -
Shopping Villa Lobos
End:- Av. Nações Unidas, 4777
(Pinheiros)
Tel: (11) 3024-3599
Preço na Bilheteria: Grátis
Retirar senhas para o pocket show
a partir das 18h na central de escuta da loja. Sujeito a lotação.
Percussionistas expressivos da
cena paulistana que individualmente rodam o mundo em diversos projetos, Caito
Marcondes, Ari Colares, Sergio Reze e Roberto Angerosa têm em comum o gosto
pela música instrumental e pela improvisação. Já compartilharam o palco em
outras formações, mas depois de serem convidados para um concerto em Porto Alegre em 2010,
decidiram se reencontrar para levar adiante a percussividade criativa do
quarteto. O resultado desse encontro tem como mote constante a criação
compartilhada em tempo real, contemplada por momentos de improvisação livre e a
partir de temas compostos pelos músicos. http://www.facebook.com/events/329079557140049/
Lançamento do Segundo DVD – Deixa Eu Cantar Meu Samba
O grupo faz uma única
apresentação, para o lançamento de seu segundo DVD, Deixa Eu Cantar Meu Samba.
O grupo brinca com versões de outros artistas e reescreve hinos pop como “Pais
e Filhos” (Legião Urbana), “Joga Fora” (Sullivan e Massadas), “Fio Maravilha”
(Jorge Ben) e “Nós Vamos Invadir sua Praia” (Ultraje a Rigor), todas no
registro em DVD, além de grandes sucessos como “Patricinha de Olho Azul”,
música que está entre uma das mais tocadas nas rádios do país e faz parte do
repertório do show, que contará também com a participação do grande sambista
Jorge Aragão.
Nosso amigo Paulinho Amaral se
despediu da gente. Mas é como se já viesse se despedindo ao longo desses seis
anos quando optou por se manter reservado em seu cantinho, brigando solitário
pela vida, tentando curar os males da pressão sempre alta, da gota, do
tratamento de hemodiálise...
Paulinho apesar da solidão que se
impôs me ligava de vez em
quando. Todo ano fazia questão que alguns amigos fossem
almoçar com ele para comemorar seu aniversário. Alegremente eu fazia parte
desse grupo. Nessas várias ocasiões Paulinho sempre contava risonho como foi
que nos conhecemos.
Lembrava então que lá nos tempos
do Bom Motivo, mil novecentos e noventa e alguma coisa, ele, um frequentador do
bar, eu, uma cantora com um primeiro trabalho em disco. Ele prestigiava
e segredava ao dono do bar, Roberto Lapicirella, amigo em comum, que o que
queria mesmo era ser amigo da cantora e daquela turma de músicos tão animada
que tocava e frequentava o boteco. E aconteceu da forma mais inusitada quando
Roberto, sem sua autorização, acrescentou à sua conta um disco meu obrigando-o
a comprá-lo. Sem saída, a única coisa que exigiu foi um autógrafo. Nunca mais
se esqueceu disso.
E a gente manteve uma amizade tão
bonita e sincera. Foi ele quem montou e dirigiu a primeira banda a me acompanhar
– dizia que eu tinha que me profissionalizar. Amante da boa música e de um bom
gosto musical, sugeriu, tocou e me ensinou para o meu repertório, além de
outras tantas, as belas canções “Jamais” (Jacó do Bandolim/Luiz Bittencourt),
“Nenhuma lágrima” (Sueli Costa), “Estrada do Sertão” (João Pernambuco/Hermínio
Bello de Carvalho), afirmando que eram apropriadas para minha voz. Fizeram
realmente a diferença, tanto que vim gravá-las mais tarde nos meus 3º e 4º CDs
e foi como se eu o homenageasse (acho que disse isso a ele, não estou bem
certa, mas acho que disse sim...).
Um dos mais recentes e melhores
presentes que me deu foi sair de seu refúgio depois de tanto tempo sem
frequentar atividades sociais e foi me ver no show de lançamento de meu mais
recente CD, lá no SESC Pompéia, dizendo que não poderia perder. Esse era o meu
amigo Paulo Amaral de muitos e muitos momentos fraternos e demonstrações de
carinho.
Agora ele vai cumprir uma nova
etapa em sua evolução. A espiritualização que começou por aqui busca o tempo de
aceleração. Ele já está sendo mais feliz. Fique em paz meu amigo, você merece.
Hoje e nestes dias seguintes a
Radio do Alambique presta uma homenagem às Mulheres e coloca todo seu acervo
feminino pra rodar, são mais 140 horas de música continua e mais 90 nomes de
interpretes e compositoras que habitam esse universo maravilhoso e que nos dão
prazer ao ouvir.
Para quem for de onibus: No metrô
Barra Funda passa um onibus pra lá, que é o Term. Cachoeirinha que volta como
Princesa Isabel. Mas ATENÇÃO, tem 2 Term. Cachoeirinha na mesma plataforma. Tem
que se informar e pegar o que passa na Av. DEPUTADO EMÍLIO CARLOS e descer na altura
do nº. 2.200.
O que:- Samba Na Feira
Homenagem:- Aniceto do Império
Quando:- Domingo dia 20/05
Horário: A partir das 13:00h
Endereço: Av. Eulina, 256 - altura do 2200 da Av. Deputado
Emílio Carlos - Limão.
Entrada: Franca
Será servido um delicioso caldinho de feijão das 13:00h às
15:00h.
Começamos neste fim de semana a
nossa campanha para arrecadar recursos para finalizarmos o CD "Dois
Compassos", minha parceria com o cantor e compositor Delcio Carvalho.
A campanha na verdade é uma
"vaquinha virtual", uma novidade que está viabilizando a alguns
artistas a realização de seus projetos. O nome original é em inglês e se chama
"Crowdfunding".
As pessoas podem colaborar com
valores variados, de pequenas a grandes quantias, e para cada colaboração
existe um presente que daremos no final do processo. Alguns presentes são
engraçados!
Temos um prazo fixo de 60 dias
para arrecadar o valor total. As colaborações podem ser feitas por cartão de
crédito ou boleto bancário.
Então, vamos lá e mãos à obra!!
O vídeo que fizemos para a
campanha ficou bem legal. O site se chama "Catarse". Lá você pode
assistir ao vídeo, saber mais sobre os valores de colaboração, os presentes, e
entender melhor o processo.
Dá um pulo lá agora pra
conhecer!! Basta clicar neste link aqui:
DOIS COMPASSOS - GRAVAÇÃO DO CD
Estamos planejando terminar o
disco até início de agosto e já estamos trabalhando no agendamento de alguns
espetáculos de lançamento.
Durante a campanha deixarei vocês
sempre informandos através destas mensagens.
O Samba do Sino fica muito feliz em poder contar com a
participação de Marta Fróes, música guerreira e competente, portadora de um
grande talento musical que só vai engrandecer ainda mais a nossa música
brasileira.
O Movimento Cultural Samba do Sino tem um compromisso com a
Música Brasileira, em especial o Samba Raiz e a Cultura Popular de nosso país.
A busca do entendimento musical do Batuque e do Samba e toda a trama cultural
advinda deste processo são a busca incessante deste projeto. Não podemos exercitar
nossa identidade cultural se não entendermos como se processou e processa toda
esta gama de conhecimentos e tradições. Neste escopo, também é contemplado a
experimentação musical ao vivo através do grupo Samba do Sino, que procura se
apresentar regularmente contando esta história através dos sambas
interpretados. Outro grande braço do projeto é o blog do Samba do Sino, com
muitas informações sobre o Samba e movimentos de Cultura Popular. Como não
poderia ocorrer de forma diferente, também existe a preocupação com bairro onde
nasceu o Movimento – Jardim Tranqüilidade – Guarulhos, e para tanto pesquisas
são realizadas junto a seus moradores com intuito de não deixarmos a sua
história morre
Show do novo trabalho do
compositor Eduardo Gudin, lançado pelo Selo SESC. O trabalho foi gravado ao
vivo no SESC Pompeia, no show que celebrou os 15 anos de formação. No palco,
Gudin (violão e voz), estará acompanhado pela terceira e atual formação do Notícias
Dum Brasil. No repertório, músicas originalmente registradas nos três CDs
lançados por Gudin com o Notícias Dum Brasil, ao lado de clássicos da sua
carreira como “E Lá Se Vão Meus Anéis”, “Verde”, “Velho Ateu” e “Mordaça” e
ainda duas obras inéditas, “Por que razão?” e “Elegância Antiga”. Teatro.
Ingressos à venda a partir das 11h do dia 01/05 pela rede ingressoSESC.
O que:- Eduardo Gudin
Quando:- Dia(s) 31/05
Horário:- Quinta, 20h
Onde:- SESC Santo Amaro
End:- Rua Amador Bueno, 505 - Santo Amaro – São Paulo - SP
Ingressos:-
R$ 20,00 inteira
R$ 10,00 usuário inscrito no SESC e dependentes, +60 anos, professores
da rede pública de ensino e estudantes com comprovante
" O samba é o mais belo documento da vida e da alma do povo brasileiro".(Rosane Volpatto-extraído do Texto SAMBA, SABOR DO BRASIL) Um grande abraçoao nosso patrono PAULINHO DA VIOLA.(Veja mais na página História do Samba) -------x-------
Pelo Fim da Ordem dos Músicos do Brasil !
Abaixo-Assinado Eletrônico pelo direito ao livre exercício da profissão de músico:
Paulinho da Viola- Entrevistado pelo programa Memória do Rádio
PAULINHO DA VIOLA - O Nosso Patrono
O Verso "Quando penso no futuro não esqueço meu passado" é creditado por Paulinho da Viola, em "Meu tempo é hoje", como sintese de sua obra, de sua vida. Recolhido de sua "Dança da Solidão"(72). (Pedro Alexandre Sanches - Folh aOn Line - 11/04/2003)
"Eu não costumo brigar com o tempo" afirma Paulinho da Viola (em 09/12/2004 - Folha On line)
"A música de Paulinho da Viola representa um universo particular dentro da cultura brasileira. Experimentá-la é reconhecer que a identidade cultural brasileira não é única, há sempre algo mais." (extraído do site de Paulinho da Viola)
A Obra de Paulinho da Viola já foi tema de livros, trabalhos acadêmicos, gravações e documentário. Em fase de finalizações, se encontra um Documentário realizado pela VideoFilmes com direção de Isabel Jaguaribe e roteiro de Zuenir Ventura. (Confira mais na página -PAULINHO DA VIOLA- Vídeos e muito mais)
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AGENDA CULTURAL DA PERIFERIA
A Ação Educativa é uma organização não governamental sem fins lucrativos que desenvolve a apóia projetos voltados para a educação e juventude, por meio de pesquisas, formação, assessoria e produção de informações. Mantém em sua sede o espaço de Cultura e Mobilização Social, aberto ao público, que promove regularmente atividades de formação, intercâmbio e difusão cultural. Vale a pena acessar : http://www.acaoeducativa.org.br/
Confira As Comunidades de SAMBA divulgadas.
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Samba do Sino comemora primeiro ano na noite de 15/12/2009 com história do samba
O Movimento Cultural Samba do Sino comemerou 01 ano de vida no último dia 15/12/2009, e presenteia os moradores da cidade com histórias que contam a evolução do samba no Brasil. A proposta nasceu com a idéia de resgatar esse pedaço da cultura popular. (Vanessa Coelho - Guarulhos Web 15/12/2009)